A questao de se apaixonar é interessante, pode lhe trazer sofrimento, porem nao deixa de ser boa.A paixao lhe traz experiencia e lembranças
Se apaixonar e jogar uma roleta russa,você pode sofrer, porem pode lhe trazer felicidade.
A paixão lhe traz medos,medo talvez contraditorios, medo de se lembrar,medo de nao ser lembrada.
Medo de nao se esquecer, medo de ser esquecida.
Mas um dos maiores medos que a paixão traz é:
Medo de amar, medo de nao ser amada.
Mas penso será que vale apena viver com medo?
Paixão além de tudo tem seu lado bom, aquele friu na barriga, aquela espera para dizer "oi",mas o melhor de tudo é que a paixão nao avisa, apenas acontece,e ela sempre vem por quem você as vezes nao imagina.
A paixão pode ser comparada á uma semente, ela pode germinnar no momento em que você á planta, mas pode entrar em estado de dormencia, esperando o momento certo para emergir.
E não vamos esquecer de um medo muito importante, o medo de dizer "estou apaixonado"
e o medo de ouvir "não".
Mas oque seria da vida se a gente nao se arriscar? Lhe digo:"monotonia pura"
06 abril 2012
05 abril 2012
Renato Russo (Rock)

O menino enrolado nos lençóis brancos. De uma Rússia onde gelo e filosofia se misturam, acompanham tua solidão. Fantasmas debaixo da cama vêm lhe assombrar todas as noites, com os mesmos presságios: uivos de lobos carregam nas patas coragem e maldade.
Os óculos embaçam o idioma. Dívidas com o português, inglês e italiano, dúvidas com o sexo. Beijou um sapo e ele se transformou em princesa, quando era o príncipe que dentro do sono erótico cultivava-lhe os sentidos prósperos, de tesão e carinho.
Mas se a vida quis ensinar o que é certo, ele, cheio de si, esvazia-se aos cacos, giletes, barbas e ácidos, destemido. Desrespeita a vida e quem se intrometer a mostrar-lhe os tubos de ensaio desse romance que Deus concedeu escrever. A única obra divina comédia trágica profana desde as eras de Dante, no mato na moita tocaia gaiata gata guta-percha.
Não vou passar a borracha, nem me arrepender. Enterrarei no álcool as dores, lascivos, cadernos de anotações e poemas. Mil poemas valem mais do que a furta tentativa de suicídio. Basta besta bolha. No olho do meu irmão, há um ombro. É disto que preciso para: chorar, rir, enternecer, atacar.
Brasília no meu templo perdido foi uma cidade debaixo de concreto, trabalhadores rurais arrancados de sua família a mando de coronéis babões, onde jorrava leite da teta das vacas faltava no berço do bebê recém nascido. Por isso arrisquei-me a vir para a Rússia. Aqui fiquei, e fincará mais ainda as estacas contra vampiros que cravei no coração dos hipócritas hipocondríacos jibóias de laudas perícias martírios.
Papai atirou-se da janela. Mamãe morre de medo. O bom filho à casa torna, eu sei disso. Li nos livros. Mas segurei tão firme no pulso de Jim Morrison que ontem à noite selamos um pacto de sangue, à lua gorda e transparente que nos fitava com vestido de cetim. Por isso não há regresso volta partida despedida. É definitivo.
Minhas iniciais grudaram como goma de mascar, que eu, Dinho, Dado, Bonfá, Herbert, André Pretorius, Philippe Seabra e a rapaziada punk do vinho canção e das drogas barra leve (maconha, pó, LSD, benzina, cigarro) curtia transar. Raspamos tanto a bunda a cara nos muros chapiscados quando conseguíamos ou não cair fora das mãos da polícia que preferi lançar-me dessa seiva bruta como o homem-bomba atirado aos estertores do mundo pelo canhão de circo.
Itália não durou tanto quanto planejada. Sei, que o seio das minhas transações, o inventário irremediável, remexido, exposto, árvore genealógica revisitada deu-me a fúria e a potência na voz à qual fiquei conhecido. Felizmente não se lembrarão da inocência frágil e fanhosa que se deleitava à minha espera nas horas mortas do dia passadas longe do microfone, faróis fumaça, luzes e refletores do show.
O Rio de Janeiro é um Faroeste Caboclo, e o Brasil saiu pior que a encomenda. Porque Daniel Na Cova dos Leões passou de texto bíblico para filme em três D e agora nos visita em nossa casa a qualquer minuto, pronto a nos devorar como o tesouro da união imposto aos umbrais da milha milho fossa fosso atroz aterrador. Tudo aterroriza o terror. Menos medo. Por isso escondia-me debaixo da cama.
Pois vim para a Rússia. O Equilíbrio distante, mas a pintura ajuda-me a melhorar, a sulfurar as feridas, pular as gangrenas as bocas de lobo do trânsito infernal da nossa mente e o céu pode meço estar num vento no litoral. Passarinho canta triste, anda fraqueja mexe as perninhas ínfimas superadas pelo corpo amarelo e o bico que leva minhoca ao ninho.
Meu nome é Renato,
mando lembranças, desejo melhoras.
O Império de Roma segue forte.

um site muito bom: http://www.esquinamusical.com.br

O menino enrolado nos lençóis brancos. De uma Rússia onde gelo e filosofia se misturam, acompanham tua solidão. Fantasmas debaixo da cama vêm lhe assombrar todas as noites, com os mesmos presságios: uivos de lobos carregam nas patas coragem e maldade.
Os óculos embaçam o idioma. Dívidas com o português, inglês e italiano, dúvidas com o sexo. Beijou um sapo e ele se transformou em princesa, quando era o príncipe que dentro do sono erótico cultivava-lhe os sentidos prósperos, de tesão e carinho.
Mas se a vida quis ensinar o que é certo, ele, cheio de si, esvazia-se aos cacos, giletes, barbas e ácidos, destemido. Desrespeita a vida e quem se intrometer a mostrar-lhe os tubos de ensaio desse romance que Deus concedeu escrever. A única obra divina comédia trágica profana desde as eras de Dante, no mato na moita tocaia gaiata gata guta-percha.
Não vou passar a borracha, nem me arrepender. Enterrarei no álcool as dores, lascivos, cadernos de anotações e poemas. Mil poemas valem mais do que a furta tentativa de suicídio. Basta besta bolha. No olho do meu irmão, há um ombro. É disto que preciso para: chorar, rir, enternecer, atacar.
Brasília no meu templo perdido foi uma cidade debaixo de concreto, trabalhadores rurais arrancados de sua família a mando de coronéis babões, onde jorrava leite da teta das vacas faltava no berço do bebê recém nascido. Por isso arrisquei-me a vir para a Rússia. Aqui fiquei, e fincará mais ainda as estacas contra vampiros que cravei no coração dos hipócritas hipocondríacos jibóias de laudas perícias martírios.
Papai atirou-se da janela. Mamãe morre de medo. O bom filho à casa torna, eu sei disso. Li nos livros. Mas segurei tão firme no pulso de Jim Morrison que ontem à noite selamos um pacto de sangue, à lua gorda e transparente que nos fitava com vestido de cetim. Por isso não há regresso volta partida despedida. É definitivo.
Minhas iniciais grudaram como goma de mascar, que eu, Dinho, Dado, Bonfá, Herbert, André Pretorius, Philippe Seabra e a rapaziada punk do vinho canção e das drogas barra leve (maconha, pó, LSD, benzina, cigarro) curtia transar. Raspamos tanto a bunda a cara nos muros chapiscados quando conseguíamos ou não cair fora das mãos da polícia que preferi lançar-me dessa seiva bruta como o homem-bomba atirado aos estertores do mundo pelo canhão de circo.
Itália não durou tanto quanto planejada. Sei, que o seio das minhas transações, o inventário irremediável, remexido, exposto, árvore genealógica revisitada deu-me a fúria e a potência na voz à qual fiquei conhecido. Felizmente não se lembrarão da inocência frágil e fanhosa que se deleitava à minha espera nas horas mortas do dia passadas longe do microfone, faróis fumaça, luzes e refletores do show.
O Rio de Janeiro é um Faroeste Caboclo, e o Brasil saiu pior que a encomenda. Porque Daniel Na Cova dos Leões passou de texto bíblico para filme em três D e agora nos visita em nossa casa a qualquer minuto, pronto a nos devorar como o tesouro da união imposto aos umbrais da milha milho fossa fosso atroz aterrador. Tudo aterroriza o terror. Menos medo. Por isso escondia-me debaixo da cama.
Pois vim para a Rússia. O Equilíbrio distante, mas a pintura ajuda-me a melhorar, a sulfurar as feridas, pular as gangrenas as bocas de lobo do trânsito infernal da nossa mente e o céu pode meço estar num vento no litoral. Passarinho canta triste, anda fraqueja mexe as perninhas ínfimas superadas pelo corpo amarelo e o bico que leva minhoca ao ninho.
Meu nome é Renato,
mando lembranças, desejo melhoras.
O Império de Roma segue forte.

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Oswaldo Montenegro (Cantores brasileiros)
Homem do teatro ou da melodia? Cabelos ao vento ou de cimento? Filho de Brasília ou pai da interpretação? Nenhuma delas, Oswaldo Montenegro, querelas à parte, faz arte. Brinca com as palavras, brinda com vinho-canção. Ode à melancolia ou trote à alegria barata, tudo pode, sem nada gasta, insurge a graça feito garça no horizonte anil da popular música brasileira.
Duas metades. Dois nomes grandes. Oswaldo. Montenegro. Centopéia cheia com credos calombos carbonos juízes? Oras, somos todos lumes seja na igreja ou na pradaria. Cada um ilumina o que enxerga, atenta, escapa ou aliança de dedo na mão agora é aliança de dedo na mão? Depende. Varia. Verte.
“Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade”
Varinha serve pra mágica como serve pra coisa alguma. São João existe Del Rei como carpinteiro, pedreiro, frases batidas no liquidificador. Lenhas, violões, automóveis, ‘poeta maldito, moleque vadio’. Bandolins, bordões e traves: bailarina se equilibra na corda bamba, corda estática é pra ludibriar cão de guarda.
O condor voa baixo, a Dança dos Signos se instaura, Léo e Bia são como Lua e Flor, e na intuição o Chato acha ter Vida de Artista e como Estrela se manda junto aos Filhos Hippie no Celeiro chamado motivação musical. Chama para alguns, crista azulada para outros. Uns atendem, outros não. Mera filosofia, a outra agonia.
“Ela valsando
Só na madrugada
Se julgando amada
Ao som dos bandolins…”
Raphael Vidigal
20 novembro 2011
06 novembro 2011
gostei muito, achei interesante....
"PASSOS DA PAIXÃO"
"No primeiro passo,
somos ponderados, muitas precauções,
usamos da sutileza, sondamos emoções.
No segundo passo,
deixamos transparecer uma gostosa surpresa,
somos simpáticos, trocamos gentilezas.
No terceiro passo,
deixamos escapar a alegria,
e no meio dessa euforia admitimos que fomos cativados.
No quarto passo,
confessamos ter sentido saudade
e arriscamos demonstrar afetividade.
No quinto passo ,
as emoções que estão chegando de mansinho,
começam manifestar-se em forma de carinho.
No sexto passo,
se tudo ocorreu reciprocamente,
perdemos o medo e nos declaramos, infalivelmente.
Desses passos em diante,
elogios rasgados, os sentimentos todos inteiros.
É a paixão, tentando transformar-se em amor verdadeiro.
E você? Qual desses passos vivencia no momento?
Não se importe. Apenas curta esse sentimento.
Boa sorte!"
SILVIA MUNHOZ
"No primeiro passo,
somos ponderados, muitas precauções,
usamos da sutileza, sondamos emoções.
No segundo passo,
deixamos transparecer uma gostosa surpresa,
somos simpáticos, trocamos gentilezas.
No terceiro passo,
deixamos escapar a alegria,
e no meio dessa euforia admitimos que fomos cativados.
No quarto passo,
confessamos ter sentido saudade
e arriscamos demonstrar afetividade.
No quinto passo ,
as emoções que estão chegando de mansinho,
começam manifestar-se em forma de carinho.
No sexto passo,
se tudo ocorreu reciprocamente,
perdemos o medo e nos declaramos, infalivelmente.
Desses passos em diante,
elogios rasgados, os sentimentos todos inteiros.
É a paixão, tentando transformar-se em amor verdadeiro.
E você? Qual desses passos vivencia no momento?
Não se importe. Apenas curta esse sentimento.
Boa sorte!"
SILVIA MUNHOZ

Shakespeare é considerado um dos mais importantes dramaturgos e escritores de todos os tempos. Seus textos literários são verdadeiras obras de arte e permaneceram vivas até os dias de hoje, onde são retratadas freqüentemente pelo teatro, televisão, cinema e literatura.
Biografia e obras
Nasceu em 23 de abril de 1564, na pequena cidade inglesa de Stratford-Avon. Nesta região começa seus estudos e já demonstra grande interesse pela literatura e pela escrita. Com 18 anos de idade casou-se com Anne Hathaway e, com ela, teve três filhos. No ano de 1591 foi morar na cidade de Londres, em busca de oportunidades na área cultural. Começa escrever sua primeira peça, Comédia dos Erros, no ano de 1590 e termina quatro anos depois. Nesta época escreveu aproximadamente 150 sonetos.
Embora seus sonetos sejam até hoje considerados os mais lindos de todos os tempos, foi na dramaturgia que ganhou destaque. No ano de 1594, entrou para a Companhia de Teatro de Lord Chamberlain, que possuía um excelente teatro em Londres. Neste período, o contexto histórico favorecia o desenvolvimento cultural e artístico, pois a Inglaterra vivia os tempos de ouro sob o reinado da rainha Elisabeth I. O teatro deste período, conhecido como teatro elisabetano, foi de grande importância. Escreveu tragédias, dramas históricos e comédias que marcam até os dias de hoje o cenário teatral.
Os textos de Shakespeare fizeram e ainda fazem sucesso, pois tratam de temas próprios dos seres humanos, independente do tempo histórico. Amor, relacionamentos afetivos, sentimentos, questões sociais, temas políticos e outros assuntos, relacionados a condição humana, são constantes nas obras deste escritor.
No ano de 1610, retornou para Stratford, sua cidade natal, local onde escreveu sua última peça, A Tempestade, terminada somente em 1613. Em 23 de abril de 1616 faleceu o maior dramaturgo de todos os tempos, de causa ainda não identificada pelos historiadores.
sonteto de Shakespeare
~ Soneto 15 ~
Quando penso que tudo o quanto cresce
Só prende a perfeição por um momento,
Que neste palco é sombra o que aparece
Velado pelo olhar do firmamento;
Que os homens, como as plantas que germinam,
Do céu têm o que os freie e o que os ajude;
Crescem pujantes e, depois, declinam,
Lembrando apenas sua plenitude.
Então a idéia dessa instável sina
Mais rica ainda te faz ao meu olhar;
Vendo o tempo, em debate com a ruína,
Teu jovem dia em noite transmutar.
Por teu amor com o tempo, então, guerreio,
E o que ele toma, a ti eu presenteio.
Shakespeare
03 novembro 2011
Dê-me todo seu amor Whitesnake Revisar (tradução)
Quando eu te vi pela primeira vez baby
Voce tirou meu fôlego
Eu sabia que seu nome era Problema
Mas meu coração continuou
Eu não pude parar de alcançar
Eu não pude voltar
Eu não sei mesmo o seu nome
E não posso deixar você sozinha
Eu estou correndo em circulos
Como um cachorro sem um osso
Eu sei o jogo que você esta jogando
Mas, baby eu simplesmente não posso largar
Então me dê todo o seu amor esta noite
Dê-me todo seu amor essa noite
Eu faço tudo o que você quiser
Apenas me dê todo do seu amor esta noite
Eu darei duro todo dia
Para amar e tratar você direito
Eu vou balançar você de manhã
E rolar você de noite
De todas as maneiras que você quiser
Vou provar meu amor pra você
Então me dê todo o seu amor esta noite
Dê-me todo seu amor essa noite
Eu faço tudo o que você quiser
Apenas me dê todo do seu amor esta noite
Então me dê todo o seu amor esta noite
Dê-me todo seu amor essa noite
Eu faço tudo o que você quiser
Apenas me dê todo do seu amor esta noite
Então me dê todo o seu amor esta noite
Dê-me todo seu amor essa noite
Eu faço tudo o que você quiser
Apenas me dê todo do seu amor esta noite
Eu estou cego com o seu sorriso
E estou louco com o seu andar
Eu me mexo e agito
Quando ouço sua voz doce
Eu sou louco pelo seu amor querida
Dê-me todo o seu amor esta noite
Então me dê todo o seu amor esta noite
Dê-me todo seu amor essa noite
Eu faço tudo o que você quiser
Apenas me dê todo do seu amor esta noite
Tudo o que voce quiser de mim...
Então me dê todo o seu amor esta noite
Dê-me todo seu amor essa noite
Eu faço tudo o que você quiser
Apenas me dê todo do seu amor esta noite
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