20 novembro 2011
06 novembro 2011
gostei muito, achei interesante....
"PASSOS DA PAIXÃO"
"No primeiro passo,
somos ponderados, muitas precauções,
usamos da sutileza, sondamos emoções.
No segundo passo,
deixamos transparecer uma gostosa surpresa,
somos simpáticos, trocamos gentilezas.
No terceiro passo,
deixamos escapar a alegria,
e no meio dessa euforia admitimos que fomos cativados.
No quarto passo,
confessamos ter sentido saudade
e arriscamos demonstrar afetividade.
No quinto passo ,
as emoções que estão chegando de mansinho,
começam manifestar-se em forma de carinho.
No sexto passo,
se tudo ocorreu reciprocamente,
perdemos o medo e nos declaramos, infalivelmente.
Desses passos em diante,
elogios rasgados, os sentimentos todos inteiros.
É a paixão, tentando transformar-se em amor verdadeiro.
E você? Qual desses passos vivencia no momento?
Não se importe. Apenas curta esse sentimento.
Boa sorte!"
SILVIA MUNHOZ
"No primeiro passo,
somos ponderados, muitas precauções,
usamos da sutileza, sondamos emoções.
No segundo passo,
deixamos transparecer uma gostosa surpresa,
somos simpáticos, trocamos gentilezas.
No terceiro passo,
deixamos escapar a alegria,
e no meio dessa euforia admitimos que fomos cativados.
No quarto passo,
confessamos ter sentido saudade
e arriscamos demonstrar afetividade.
No quinto passo ,
as emoções que estão chegando de mansinho,
começam manifestar-se em forma de carinho.
No sexto passo,
se tudo ocorreu reciprocamente,
perdemos o medo e nos declaramos, infalivelmente.
Desses passos em diante,
elogios rasgados, os sentimentos todos inteiros.
É a paixão, tentando transformar-se em amor verdadeiro.
E você? Qual desses passos vivencia no momento?
Não se importe. Apenas curta esse sentimento.
Boa sorte!"
SILVIA MUNHOZ

Shakespeare é considerado um dos mais importantes dramaturgos e escritores de todos os tempos. Seus textos literários são verdadeiras obras de arte e permaneceram vivas até os dias de hoje, onde são retratadas freqüentemente pelo teatro, televisão, cinema e literatura.
Biografia e obras
Nasceu em 23 de abril de 1564, na pequena cidade inglesa de Stratford-Avon. Nesta região começa seus estudos e já demonstra grande interesse pela literatura e pela escrita. Com 18 anos de idade casou-se com Anne Hathaway e, com ela, teve três filhos. No ano de 1591 foi morar na cidade de Londres, em busca de oportunidades na área cultural. Começa escrever sua primeira peça, Comédia dos Erros, no ano de 1590 e termina quatro anos depois. Nesta época escreveu aproximadamente 150 sonetos.
Embora seus sonetos sejam até hoje considerados os mais lindos de todos os tempos, foi na dramaturgia que ganhou destaque. No ano de 1594, entrou para a Companhia de Teatro de Lord Chamberlain, que possuía um excelente teatro em Londres. Neste período, o contexto histórico favorecia o desenvolvimento cultural e artístico, pois a Inglaterra vivia os tempos de ouro sob o reinado da rainha Elisabeth I. O teatro deste período, conhecido como teatro elisabetano, foi de grande importância. Escreveu tragédias, dramas históricos e comédias que marcam até os dias de hoje o cenário teatral.
Os textos de Shakespeare fizeram e ainda fazem sucesso, pois tratam de temas próprios dos seres humanos, independente do tempo histórico. Amor, relacionamentos afetivos, sentimentos, questões sociais, temas políticos e outros assuntos, relacionados a condição humana, são constantes nas obras deste escritor.
No ano de 1610, retornou para Stratford, sua cidade natal, local onde escreveu sua última peça, A Tempestade, terminada somente em 1613. Em 23 de abril de 1616 faleceu o maior dramaturgo de todos os tempos, de causa ainda não identificada pelos historiadores.
sonteto de Shakespeare
~ Soneto 15 ~
Quando penso que tudo o quanto cresce
Só prende a perfeição por um momento,
Que neste palco é sombra o que aparece
Velado pelo olhar do firmamento;
Que os homens, como as plantas que germinam,
Do céu têm o que os freie e o que os ajude;
Crescem pujantes e, depois, declinam,
Lembrando apenas sua plenitude.
Então a idéia dessa instável sina
Mais rica ainda te faz ao meu olhar;
Vendo o tempo, em debate com a ruína,
Teu jovem dia em noite transmutar.
Por teu amor com o tempo, então, guerreio,
E o que ele toma, a ti eu presenteio.
Shakespeare
03 novembro 2011
Dê-me todo seu amor Whitesnake Revisar (tradução)
Quando eu te vi pela primeira vez baby
Voce tirou meu fôlego
Eu sabia que seu nome era Problema
Mas meu coração continuou
Eu não pude parar de alcançar
Eu não pude voltar
Eu não sei mesmo o seu nome
E não posso deixar você sozinha
Eu estou correndo em circulos
Como um cachorro sem um osso
Eu sei o jogo que você esta jogando
Mas, baby eu simplesmente não posso largar
Então me dê todo o seu amor esta noite
Dê-me todo seu amor essa noite
Eu faço tudo o que você quiser
Apenas me dê todo do seu amor esta noite
Eu darei duro todo dia
Para amar e tratar você direito
Eu vou balançar você de manhã
E rolar você de noite
De todas as maneiras que você quiser
Vou provar meu amor pra você
Então me dê todo o seu amor esta noite
Dê-me todo seu amor essa noite
Eu faço tudo o que você quiser
Apenas me dê todo do seu amor esta noite
Então me dê todo o seu amor esta noite
Dê-me todo seu amor essa noite
Eu faço tudo o que você quiser
Apenas me dê todo do seu amor esta noite
Então me dê todo o seu amor esta noite
Dê-me todo seu amor essa noite
Eu faço tudo o que você quiser
Apenas me dê todo do seu amor esta noite
Eu estou cego com o seu sorriso
E estou louco com o seu andar
Eu me mexo e agito
Quando ouço sua voz doce
Eu sou louco pelo seu amor querida
Dê-me todo o seu amor esta noite
Então me dê todo o seu amor esta noite
Dê-me todo seu amor essa noite
Eu faço tudo o que você quiser
Apenas me dê todo do seu amor esta noite
Tudo o que voce quiser de mim...
Então me dê todo o seu amor esta noite
Dê-me todo seu amor essa noite
Eu faço tudo o que você quiser
Apenas me dê todo do seu amor esta noite
02 novembro 2011
AMOR É SÍNTESE
Por favor, não me analise
Não fique procurando cada ponto fraco meu.
Se ninguém resiste a uma análise profunda,
Quanto mais eu...
Ciumento, exigente, inseguro, carente
Todo cheio de marcas que a vida deixou
Vejo em cada grito de exigência
Um pedido de carência, um pedido de amor.
Amor é síntese
É uma integração de dados
Não há que tirar nem pôr
Não me corte em fatias
Ninguém consegue abraçar um pedaço
Me envolva todo em seus braços
E eu serei o perfeito amor.
Mário Quintana
Por favor, não me analise
Não fique procurando cada ponto fraco meu.
Se ninguém resiste a uma análise profunda,
Quanto mais eu...
Ciumento, exigente, inseguro, carente
Todo cheio de marcas que a vida deixou
Vejo em cada grito de exigência
Um pedido de carência, um pedido de amor.
Amor é síntese
É uma integração de dados
Não há que tirar nem pôr
Não me corte em fatias
Ninguém consegue abraçar um pedaço
Me envolva todo em seus braços
E eu serei o perfeito amor.
Mário Quintana
paixao...
O que se passa connosco quando nos apaixonamos?
O ENCÉFALO, OS NEUROTRANSMISSORES E A PAIXÃO
O chamado diencéfalo ou cérebro primitivo, comum a todos os mamíferos, intervém, através do hipotálamo, no desejo, no interesse sexual e também recolhe as informações que chegam do exterior e das hormonas, controlando-as e dando as respostas da excitação sexual, ejaculação, sensações de prazer e regulando as respostas emocionais e afectivas no comportamento sexual.
O sistema límbico discrimina e selecciona os estímulos, reconhecendo os sinais de satisfação e inibindo o comportamento sexual.
A nossa sexualidade apresenta-se não apenas ao nível dos estímulos (visuais,fantasias ,etc) , como também na participação muito importante da emoção e sobretudo na aprendizagem. Algumas partes do nosso cérebro relacionam o ambiente e a cultura às nossas respostas sexuais. O resultado pode ter maior ou menor eficácia dando aos parceiros, maior ou menor prazer.
Razão, fantasia, emoção e aprendizagem se misturam em nosso cérebro dando respostas curiosas no dia a dia sexual do ser humano.
Os neurotransmissores cumprem uma função indispensável na ativação do impulso sexual, como por exemplo, quando as carícias e beijos levam a lubrificação vaginal e à ereção peniana.
Os cientistas conhecem a feniletilamina (um dos mais simples neurotransmissores) há cerca de 100 anos, mas só recentemente começaram a associá-la à paixão. Ela é uma molécula natural semelhante à anfetamina e suspeita-se que a sua produção no cérebro possa ser desencadeada por eventos tão simples como uma troca de olhares ou um aperto de mãos.
O “affair” da feniletilamina com a paixão teve início com uma teoria proposta pelos médicos Donald F. Klein e Michael Lebowitz, do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova Iorque. Eles sugeriram que o cérebro de uma pessoa apaixonada continha grandes quantidades de feniletilamina, e que esta substância poderia responder, em grande parte, pelas sensacções e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados.
OS SENTIDOS E A PAIXÃO
VISÃO

A visão é, provavelmente, a fonte de estimulação sexual mais importante que existe.
No homem, existem numerosos estímulos visuais envolvidos na atracção sexual, que vão muito além da visão dos genitais do sexo oposto. A forma de mover-se, um olhar, um gesto, inclusive a forma de vestir-se, são estímulos que, enquanto potencializam a capacidade de imaginação do ser humano, podem resultar mais atraentes que a contemplação pura e simples de um corpo nu.
Segundo o neurobiólogo James Old, o amor entra pelos olhos.
AUDIÇÃO

No homem, a aparição da linguagem representa um passo muito mais avançado como meio de solicitação sexual. Em praticamente todas as sociedades humanas, o uso de frases e canções amorosas constitui um dos preliminares mais habituais. Libertado o cérebro da carga social, uma frase erótica, sussurrada ao ouvido, pode resultar tão incitadora quanto um bramido de elefante na imensidão da selva.
De acordo com investigações do Krasnow Institute for Advanced Study of George Mason University, não só as primeiras palavras, mas também os tons de voz deverão responder aos padrões de saúde e genética desejados na escolha do(a) parceiro(a).
TACTO:
A pele com a qual amamos!
A superfície do corpo humano, com aproximadamente dois metros quadrados de extensão é, poderíamos dizer, o maior órgão sexual do homem. Mais do que simplesmente um dos sentidos, o tacto é a resultante de muitos ingredientes: sensibilidades superficiais (epidérmicas e dérmicas), profundas – como a proprioceptiva, ligada ao movimento -, vontade de explorar e actividade motora, emoções, memória, imaginação.
Existem cerca de cinco milhões de receptores do tacto na pele – as pontas dos dedos tem uns 3.000 que enviam impulsos nervosos ao cérebro através da medula. O tacto é provavelmente o mais primitivo dos sentidos. É a mais elementar, talvez a mais predominante experiência do ser humano, mesmo naquele que ainda não chegou a nascer. O bebé explora o mundo pelo tacto. Assim, descobre onde termina seu corpo e onde começa o mundo exterior. Esse sentido é seu primeiro guia.

O sentido do tacto proporciona um contato imediato com os objetos percebidos e, na relação humana, é uma experiência inevitavelmente recíproca: pele contra pele provoca imediatamente um nível de conhecimento mútuo. Na relação com o outro, não é possível experimentá-la.

Encontramos homens com problemas sexuais que não beijam, não abraçam e nem acariciam sua parceira. Para quê? Pensam eles. Este modelo de comportamento impede que muitos casais desfrutem do prazer que pode proporcionar o simples facto de dar e receber carícias.
A estimulação táctil é uma necessidade básica, tão importante para o desenvolvimento como os alimentos, as roupas, etc.. O contacto físico é a forma de comunicação mais íntima e intensa dos seres humanos, segundo alguns estudos, até os mais insignificantes contactos físicos têm notáveis efeitos.
Nós realmente “sentimos com o olho da mente” – Uma região do cérebro envolvida no processamento do sentido da visão é também necessária para o sentido do tacto. Resultados da Universidade de Emory, que confirmam o papel do córtex visual na percepção táctil (toque), foram publicados na edição da revista Nature de 06/10/1999.
As conclusões do estudo são relevantes para o entendimento de não apenas como o cérebro normalmente processa a informação sensorial, “mas também como o processamento é alterado em condições como cegueira ou surdez, principalmente, para melhoria dos métodos de comunicação em indivíduos que sofrem de tais desordens”, de acordo com Krishnankutty Sathian, Ph.D.
Até recentemente, cientistas acreditavam que regiões separadas do cérebro processavam a informação advinda de vários sentidos. Essa ideia foi desafiada. As descobertas recentes de que o córtex visual de deficientes visuais é ativado durante a leitura em Braille não são tão surpreendentes se apreciadas por este contexto. Os resultados obtidos pelo grupo de pesquisa demonstram que uma região do córtex cerebral, associada à visão, é ativada quando os humanos tentam distinguir a orientação através do tacto.
Juntamente aos depoimentos subjetivos da imagem visual e a activação cortical parieto-occiptal associada, as descobertas levam a crer que o processamento visual facilita a discriminação táctil normal de orientação. Isso, provavelmente, está relacionado ao facto de que geralmente confiamos no sistema visual para nos orientarmos.
PALADAR

Desde muito cedo, a boca é a primeira fonte de prazer. Com 16 semanas de vida, além de fazer caretas, levantar as sobrancelhas e coçar a cabeça, as papilas gustativas já estão desenvolvidas. A experiência tem demonstrado que o feto faz caretas e para de engolir quando uma gota de substância amarga é colocada no líquido amniótico. Por outro lado, uma substância doce provoca a aceleração dos movimentos de sucção e deglutição.
Aliás, o prazer do paladar continua na fase em que o bebé se amamenta através do mamilo da mãe. Daí para frente, o paladar fica cada vez mais apurado.

A zona bocal é a última parte a adquirir todas as formas e recortes finais, embora seja a primeira a sentir as emoções iniciais da vivência.
A língua é a base de todo o paladar e a boca é uma das partes mais sensíveis do corpo e mais versáteis. Um beijo combina os três sentidos de tacto, paladar e olfato. Favorece o aparelho circulatório, aumenta de 70 para 150 os batimentos do coração e beneficia a oxigenação do sangue. Sem esquecer que o beijo
estimula a liberação de hormonas que causam bem-estar. Detalhe: na troca de saliva, a boca é invadida por cerca de 250 bactérias, 9 miligramas de água, 18 de substâncias orgânicas, 7 decigramas de albumina, 711 miligramas de materiais gordurosos e 45 miligramas de sais minerais. As terminações nervosas reagem ao estímulo erótico e promovem uma reação em cadeia. Ao mesmo tempo, as células olfativas do nariz – mais próximas da boca –permitem tocar, cheirar e degustar o outro.
OLFATO

O amor não começa quando os olhares se encontram, mas sim um pouco mais em baixo, no nariz. “Há circuitos que vão do olfato até o cérebro e levam uma mensagem muito clara: sexo”, explica Maria Rosa García Medina, especialista em sentidos químicos do Laboratório de Pesquisas Sensoriais do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (Conicet), da Argentina.
Alguns pesquisadores afirmam que exalamos continuamente, pelos bilhões de poros na pele e até mesmo pelo hálito, produtos químicos voláteis chamados ferormônas.
Estudos têm demonstrado que a maior parte das espécies de vertebrados tem um órgão situado na cavidade nasal denominado órgão vomeronasal (OVN). A finalidade do OVN parece ser exclusivamente a de detectar sinais químicos – as ferormônas – envolvidos no comportamento sexual e de marcação de território.
Atualmente, existem evidências intrigantes e controvertidas de que os seres humanos podem se comunicar com sinais bioquímicos inconscientes. Os que defendem a existência das ferormônas baseiam-se em evidências mostrando a presença e a utilização de feromônas por espécies tão diversas como borboletas, formigas, lobos, elefantes e pequenos símios. As feromônas podem sinalizar interesses sexuais, situações de perigo e outros.
Os defensores da Teoria das ferormônas vão ainda mais longe: dizem que o “amor à primeira vista” é a maior prova da existência destas substâncias controvertidas. As ferormônas produzem reações químicas que resultam em sensações prazerosas. À medida em que nos vamos tornando dependentes, a cada ausência mais prolongada nós dizemos “apaixonados” – a ansiedade da paixão, então, seria o sintoma mais pertinente da Síndrome de Abstinência de Feromônas.
Com ou sem ferormônas, é de facto que a sensação de “amor à primeira vista” relaciona-se significativamente a grandes quantidades de feniletilamina, dopamina e norepinefrina no organismo. E voltamos à questão inicial: até que ponto a paixão é simplesmente uma reação química?
Um tradicional exemplo do estreito vínculo entre olfato e desejo é a síndrome de Kalman, um quadro genético de alteração hormonal que prejudica a puberdade e que está acompanhado por uma ausência congénita do olfato. Com a ajuda de tratamento, esses pacientes chegam a ter níveis normais de hormônas, mas não recuperam o olfato e isso têm efeitos diretos em sua vida afetiva.
O laboratório canadense Pheromone Sciences Corp. isolou e caracterizou os diversos ferormônas extraídas do suor. Uma primeira pesquisa revelou que o composto pode estimular a libido em homens e mulheres. Os pesquisadores esperam que, num futuro não muito distante, esse derivado de ferormônas possa servir como tratamento efetivo e seguro para determinadas disfunções sexuais. Inclusive como complemento de remédios como o Viagra.
“Alguns derivados de ferormônass já são usados para casos de frigidez feminina e ajudam na primeira etapa da sexualidade, que é o desejo”, afirma García Medina. “Isso pode ter um grande potencial noutros tipos de disfunções sexuais, mas ao mesmo tempo, reacende questões éticas: É lícito interferir dessa forma no comportamento de uma pessoa?”
Há duas décadas atrás, cientistas europeus conseguiram reproduzir ferormônas em laboratório. Alguns anos mais tarde, empresários americanos compraram a fórmula, fabricaram o produto em quantidades industriais e engarrafaram-no em belos vidrinhos. Agora, as tais ferormônas estão à venda na Internet. É a ciência médica interferindo na nossa vida sexual, uma arma que ajudará nas suas conquistas”. Segundo os responsáveis pelo produto, o sujeito que utilizar a poderosa colônia atrairá todos os olhares femininos, gerando “mais contatos imediatos e, sem dúvida, uma vida sexual mais activa do que poderia um dia imaginar, não importa a sua aparência, não importa o nível social. Onde quer que você esteja, passará a chamar muita atenção. Mas será que funcionam mesmo? Como você já deve ter percebido, o mesmo perfume ou loção após a barba, exala diversos cheiros em diferentes pessoas, especialmente naquelas do sexo oposto. À medida que a fragrância vaporiza e interage com nossa química própria, várias mudanças do aroma tornam-se perceptíveis
Tirando todos os tubos de ensaio de sofisticados laboratórios e reações químicas e moléculas citoplasmáticas, afinal, deverá haver algo mais entre o céu e a terra…
Mas, de qualquer forma, quando pronunciármos que temos uma química por alguém, o mais provável é que estejamos literalmente certos!
fonte:http://xiripity.wordpress.com/
O ENCÉFALO, OS NEUROTRANSMISSORES E A PAIXÃO
O chamado diencéfalo ou cérebro primitivo, comum a todos os mamíferos, intervém, através do hipotálamo, no desejo, no interesse sexual e também recolhe as informações que chegam do exterior e das hormonas, controlando-as e dando as respostas da excitação sexual, ejaculação, sensações de prazer e regulando as respostas emocionais e afectivas no comportamento sexual.
O sistema límbico discrimina e selecciona os estímulos, reconhecendo os sinais de satisfação e inibindo o comportamento sexual.
A nossa sexualidade apresenta-se não apenas ao nível dos estímulos (visuais,fantasias ,etc) , como também na participação muito importante da emoção e sobretudo na aprendizagem. Algumas partes do nosso cérebro relacionam o ambiente e a cultura às nossas respostas sexuais. O resultado pode ter maior ou menor eficácia dando aos parceiros, maior ou menor prazer.
Razão, fantasia, emoção e aprendizagem se misturam em nosso cérebro dando respostas curiosas no dia a dia sexual do ser humano.
Os neurotransmissores cumprem uma função indispensável na ativação do impulso sexual, como por exemplo, quando as carícias e beijos levam a lubrificação vaginal e à ereção peniana.
Os cientistas conhecem a feniletilamina (um dos mais simples neurotransmissores) há cerca de 100 anos, mas só recentemente começaram a associá-la à paixão. Ela é uma molécula natural semelhante à anfetamina e suspeita-se que a sua produção no cérebro possa ser desencadeada por eventos tão simples como uma troca de olhares ou um aperto de mãos.
O “affair” da feniletilamina com a paixão teve início com uma teoria proposta pelos médicos Donald F. Klein e Michael Lebowitz, do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova Iorque. Eles sugeriram que o cérebro de uma pessoa apaixonada continha grandes quantidades de feniletilamina, e que esta substância poderia responder, em grande parte, pelas sensacções e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados.
OS SENTIDOS E A PAIXÃO
VISÃO

A visão é, provavelmente, a fonte de estimulação sexual mais importante que existe.
No homem, existem numerosos estímulos visuais envolvidos na atracção sexual, que vão muito além da visão dos genitais do sexo oposto. A forma de mover-se, um olhar, um gesto, inclusive a forma de vestir-se, são estímulos que, enquanto potencializam a capacidade de imaginação do ser humano, podem resultar mais atraentes que a contemplação pura e simples de um corpo nu.
Segundo o neurobiólogo James Old, o amor entra pelos olhos.
AUDIÇÃO

No homem, a aparição da linguagem representa um passo muito mais avançado como meio de solicitação sexual. Em praticamente todas as sociedades humanas, o uso de frases e canções amorosas constitui um dos preliminares mais habituais. Libertado o cérebro da carga social, uma frase erótica, sussurrada ao ouvido, pode resultar tão incitadora quanto um bramido de elefante na imensidão da selva.
De acordo com investigações do Krasnow Institute for Advanced Study of George Mason University, não só as primeiras palavras, mas também os tons de voz deverão responder aos padrões de saúde e genética desejados na escolha do(a) parceiro(a).
TACTO:
A pele com a qual amamos!
A superfície do corpo humano, com aproximadamente dois metros quadrados de extensão é, poderíamos dizer, o maior órgão sexual do homem. Mais do que simplesmente um dos sentidos, o tacto é a resultante de muitos ingredientes: sensibilidades superficiais (epidérmicas e dérmicas), profundas – como a proprioceptiva, ligada ao movimento -, vontade de explorar e actividade motora, emoções, memória, imaginação.
Existem cerca de cinco milhões de receptores do tacto na pele – as pontas dos dedos tem uns 3.000 que enviam impulsos nervosos ao cérebro através da medula. O tacto é provavelmente o mais primitivo dos sentidos. É a mais elementar, talvez a mais predominante experiência do ser humano, mesmo naquele que ainda não chegou a nascer. O bebé explora o mundo pelo tacto. Assim, descobre onde termina seu corpo e onde começa o mundo exterior. Esse sentido é seu primeiro guia.

O sentido do tacto proporciona um contato imediato com os objetos percebidos e, na relação humana, é uma experiência inevitavelmente recíproca: pele contra pele provoca imediatamente um nível de conhecimento mútuo. Na relação com o outro, não é possível experimentá-la.

Encontramos homens com problemas sexuais que não beijam, não abraçam e nem acariciam sua parceira. Para quê? Pensam eles. Este modelo de comportamento impede que muitos casais desfrutem do prazer que pode proporcionar o simples facto de dar e receber carícias.
A estimulação táctil é uma necessidade básica, tão importante para o desenvolvimento como os alimentos, as roupas, etc.. O contacto físico é a forma de comunicação mais íntima e intensa dos seres humanos, segundo alguns estudos, até os mais insignificantes contactos físicos têm notáveis efeitos.
Nós realmente “sentimos com o olho da mente” – Uma região do cérebro envolvida no processamento do sentido da visão é também necessária para o sentido do tacto. Resultados da Universidade de Emory, que confirmam o papel do córtex visual na percepção táctil (toque), foram publicados na edição da revista Nature de 06/10/1999.
As conclusões do estudo são relevantes para o entendimento de não apenas como o cérebro normalmente processa a informação sensorial, “mas também como o processamento é alterado em condições como cegueira ou surdez, principalmente, para melhoria dos métodos de comunicação em indivíduos que sofrem de tais desordens”, de acordo com Krishnankutty Sathian, Ph.D.
Até recentemente, cientistas acreditavam que regiões separadas do cérebro processavam a informação advinda de vários sentidos. Essa ideia foi desafiada. As descobertas recentes de que o córtex visual de deficientes visuais é ativado durante a leitura em Braille não são tão surpreendentes se apreciadas por este contexto. Os resultados obtidos pelo grupo de pesquisa demonstram que uma região do córtex cerebral, associada à visão, é ativada quando os humanos tentam distinguir a orientação através do tacto.
Juntamente aos depoimentos subjetivos da imagem visual e a activação cortical parieto-occiptal associada, as descobertas levam a crer que o processamento visual facilita a discriminação táctil normal de orientação. Isso, provavelmente, está relacionado ao facto de que geralmente confiamos no sistema visual para nos orientarmos.
PALADAR

Desde muito cedo, a boca é a primeira fonte de prazer. Com 16 semanas de vida, além de fazer caretas, levantar as sobrancelhas e coçar a cabeça, as papilas gustativas já estão desenvolvidas. A experiência tem demonstrado que o feto faz caretas e para de engolir quando uma gota de substância amarga é colocada no líquido amniótico. Por outro lado, uma substância doce provoca a aceleração dos movimentos de sucção e deglutição.
Aliás, o prazer do paladar continua na fase em que o bebé se amamenta através do mamilo da mãe. Daí para frente, o paladar fica cada vez mais apurado.

A zona bocal é a última parte a adquirir todas as formas e recortes finais, embora seja a primeira a sentir as emoções iniciais da vivência.
A língua é a base de todo o paladar e a boca é uma das partes mais sensíveis do corpo e mais versáteis. Um beijo combina os três sentidos de tacto, paladar e olfato. Favorece o aparelho circulatório, aumenta de 70 para 150 os batimentos do coração e beneficia a oxigenação do sangue. Sem esquecer que o beijo
estimula a liberação de hormonas que causam bem-estar. Detalhe: na troca de saliva, a boca é invadida por cerca de 250 bactérias, 9 miligramas de água, 18 de substâncias orgânicas, 7 decigramas de albumina, 711 miligramas de materiais gordurosos e 45 miligramas de sais minerais. As terminações nervosas reagem ao estímulo erótico e promovem uma reação em cadeia. Ao mesmo tempo, as células olfativas do nariz – mais próximas da boca –permitem tocar, cheirar e degustar o outro.
OLFATO

O amor não começa quando os olhares se encontram, mas sim um pouco mais em baixo, no nariz. “Há circuitos que vão do olfato até o cérebro e levam uma mensagem muito clara: sexo”, explica Maria Rosa García Medina, especialista em sentidos químicos do Laboratório de Pesquisas Sensoriais do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas (Conicet), da Argentina.
Alguns pesquisadores afirmam que exalamos continuamente, pelos bilhões de poros na pele e até mesmo pelo hálito, produtos químicos voláteis chamados ferormônas.
Estudos têm demonstrado que a maior parte das espécies de vertebrados tem um órgão situado na cavidade nasal denominado órgão vomeronasal (OVN). A finalidade do OVN parece ser exclusivamente a de detectar sinais químicos – as ferormônas – envolvidos no comportamento sexual e de marcação de território.
Atualmente, existem evidências intrigantes e controvertidas de que os seres humanos podem se comunicar com sinais bioquímicos inconscientes. Os que defendem a existência das ferormônas baseiam-se em evidências mostrando a presença e a utilização de feromônas por espécies tão diversas como borboletas, formigas, lobos, elefantes e pequenos símios. As feromônas podem sinalizar interesses sexuais, situações de perigo e outros.
Os defensores da Teoria das ferormônas vão ainda mais longe: dizem que o “amor à primeira vista” é a maior prova da existência destas substâncias controvertidas. As ferormônas produzem reações químicas que resultam em sensações prazerosas. À medida em que nos vamos tornando dependentes, a cada ausência mais prolongada nós dizemos “apaixonados” – a ansiedade da paixão, então, seria o sintoma mais pertinente da Síndrome de Abstinência de Feromônas.
Com ou sem ferormônas, é de facto que a sensação de “amor à primeira vista” relaciona-se significativamente a grandes quantidades de feniletilamina, dopamina e norepinefrina no organismo. E voltamos à questão inicial: até que ponto a paixão é simplesmente uma reação química?
Um tradicional exemplo do estreito vínculo entre olfato e desejo é a síndrome de Kalman, um quadro genético de alteração hormonal que prejudica a puberdade e que está acompanhado por uma ausência congénita do olfato. Com a ajuda de tratamento, esses pacientes chegam a ter níveis normais de hormônas, mas não recuperam o olfato e isso têm efeitos diretos em sua vida afetiva.
O laboratório canadense Pheromone Sciences Corp. isolou e caracterizou os diversos ferormônas extraídas do suor. Uma primeira pesquisa revelou que o composto pode estimular a libido em homens e mulheres. Os pesquisadores esperam que, num futuro não muito distante, esse derivado de ferormônas possa servir como tratamento efetivo e seguro para determinadas disfunções sexuais. Inclusive como complemento de remédios como o Viagra.
“Alguns derivados de ferormônass já são usados para casos de frigidez feminina e ajudam na primeira etapa da sexualidade, que é o desejo”, afirma García Medina. “Isso pode ter um grande potencial noutros tipos de disfunções sexuais, mas ao mesmo tempo, reacende questões éticas: É lícito interferir dessa forma no comportamento de uma pessoa?”
Há duas décadas atrás, cientistas europeus conseguiram reproduzir ferormônas em laboratório. Alguns anos mais tarde, empresários americanos compraram a fórmula, fabricaram o produto em quantidades industriais e engarrafaram-no em belos vidrinhos. Agora, as tais ferormônas estão à venda na Internet. É a ciência médica interferindo na nossa vida sexual, uma arma que ajudará nas suas conquistas”. Segundo os responsáveis pelo produto, o sujeito que utilizar a poderosa colônia atrairá todos os olhares femininos, gerando “mais contatos imediatos e, sem dúvida, uma vida sexual mais activa do que poderia um dia imaginar, não importa a sua aparência, não importa o nível social. Onde quer que você esteja, passará a chamar muita atenção. Mas será que funcionam mesmo? Como você já deve ter percebido, o mesmo perfume ou loção após a barba, exala diversos cheiros em diferentes pessoas, especialmente naquelas do sexo oposto. À medida que a fragrância vaporiza e interage com nossa química própria, várias mudanças do aroma tornam-se perceptíveis
Tirando todos os tubos de ensaio de sofisticados laboratórios e reações químicas e moléculas citoplasmáticas, afinal, deverá haver algo mais entre o céu e a terra…
Mas, de qualquer forma, quando pronunciármos que temos uma química por alguém, o mais provável é que estejamos literalmente certos!
fonte:http://xiripity.wordpress.com/
01 novembro 2011
Sou Uma Criança Não Entendo Nada

Sou Uma Criança Não Entendo Nada
Erasmo Carlos
Antigamente quando eu me excedia Ou fazia alguma
coisa errada
Naturalmente minha mãe dizia: "Ele é uma criança, não
entende nada".
Por dentro eu ria satisfeito e mudo — Eu era um
homem e entendia tudo
Hoje só, com meus problemas Rezo muito, mas eu não me
iludo
Sempre me dizem quando fico sério: "Ele é um homem e
entende tudo"
Por dentro com a alma atarantada — Sou uma criança,
não entendo nada.
Amar pode da certo ...

Pensei em fazer uma postagem sobre esse tema, porem depois de ter lido esse livro(Roberto Shinyashiki e Eliana Bittencourt Dumêt - Amar Pode Dar Certo) desisti da postagem,pois o livro abrange muitos lados da do relacionamento humano.
Nesse livro dou ênfase principalmente na parte que é falado a questão do medo de amar, um medo que a maioria de nos temos porem negamos...
Porem com tudo cheguei a uma conclusão só temos medo do que nao conhecemos, pois a partir do ponto que entendemos o medo em questão deixaremos de ter medo, pra respeitá-lo, e com isso chegamos a um conceito "nem tudo que reflete é ouro"... Nem todos seus medos sao reais...
livro...
"O escritor narra um experimento realizado pela Psicologia, que responde, de forma figurada, a esta e a outras perguntas ligadas a este assunto: o amor. Um cientista colocou um ratinho em uma gaiola para avaliar o comportamento dele. Ele conta que, no início, o animal ficou passeando de um lado para o outro, movido pela curiosidade. E ao sentir fome, dirigiu-se ao alimento depositado lá. No entanto, ao tocar no prato, no qual o pesquisador havia instalado um circuito elétrico, o animalzinho levou um grande choque, tão forte que, se não desistisse de tocá-lo, poderia morrer.
Depois do ocorrido, o camundongo correu na direção oposta ao prato. Se pudéssemos perguntar-lhe se ele estava com fome, certamente responderia que não, porque a dor provocada pelo choque, com certeza, faria com que desprezasse o alimento naquele momento. Depois de algum tempo, porém, o ratinho entrou em contato com a dupla possibilidade de morte: pelo choque ou pela fome. Contudo, quando a fome se tornou insuportável, o animal, vagarosamente, foi novamente em direção ao alimento. Nesse meio tempo, no entanto, o pesquisador desligara o circuito. O prato não estava mais eletrificado. Porém, quando quase iria tocá-lo, o ratinho teve a sensação de que levara um segundo choque. Houve taquicardia, os pêlos ficaram eriçados e ele correu, mais uma vez, em direção oposta ao prato. Se lhe perguntássemos o que havia acontecido, a resposta seria: “Levei outro choque”. Embora a energia elétrica estivesse desligada, e ele não soubesse disso...
A partir desse momento, o ratinho vai entrando numa grande tensão e seu objetivo passa a ser o de encontrar uma posição intermediária entre o limite da fome e o da obtenção do alimento, para que tenha certa tranqüilidade. Este estado é chamado de ponto de equilíbrio, porque representa uma posição entre o se fazer alguma coisa, no caso, alimentar-se e, ao mesmo tempo, evitar um novo choque."
É provável que você esteja se perguntando: “Mas o que isso tem a ver com medo de amar?”
link para baixar o livro " Roberto Shinyashiki e Eliana Bittencourt Dumêt - Amar Pode Dar Certo"
http://www.4shared.com/document/_uvuBzMt/Roberto_Shinyashiki_e_Eliana_B.htm
06 setembro 2011
Amor...


Uma coisa dificil de se definir, pois todos tem uma opinião sobre o tema.
O amor... uma coisa estranha, a cada dia temos uma opinião diferente,mas será que conseguiriamos entrar em um conceito concreto?
Infelizmente estamos em um mundo que a palavra Amor esta banalizada, hoje em dia o amor virou uma coisa que você compra no mercado ao lado,hoje em dia amor e a calça de marca que você usa, o carro do ano que você tem,os amigos "da onda" que você anda, a midia transformou o amor em uma coisa que tem prazo de validade as coisas simples se tornaram "cafona" como: flores,poemas,chocolates...
As pessoas esqueceram que o Amor é "gratuito" você da amor sem pensar em troca, sem pensar em recompensa, você simplesmente ama apenas por amar,apenas por se sentir bem.
Hoje se usa a palavra amor para conquistar uma pessoa que você conheceu na noite,as pessoas confundem "fazer amor" com "sexo casual". Fazer amor e uma troca de sentimentos,é quando duas pessoas se tornam uma só. Sexo casual e apenas sexo, podemos asimilar com o ato de procriação dos animais, fazem por extinto não por amor.
23 maio 2011
o amor filosofia
Segundo Platão, o amor é FALTA, INSUFICIÊNCIA, NECESSIDADE, e, ao mesmo tempo, desejo de adquirir e de conquistar o que não se possui. Amor é desejo e desejo é o apetite daquilo que é agradável, por isso o amor está dirigido para a Beleza, que outra coisa não é que a aparência do bem, logo, desejo do bem. O amor também é o instinto de vencer a morte, a via pela qual o ser mortal procura salvar-se da mortalidade, não permanecendo sempre o mesmo, deixando após si, em troca do que envelhece algo novo que se lhe assemelha. Para alcançar o AMOR PERFEITO, o ser mortal vai passando dos degraus inferiores aos superiores, da beleza sensível à Sabedoria, que é o SUMO BEM, a mais alta de todas as belezas, a saber, a filosofia. A teologia platônica do amor propõe mostrar a via pela qual o amor sensível pode tornar-se amor de sabedoria, isto é, filosofia, e o delírio erótico tornar-se uma virtude(disposição para a prática do bem), que afasta o homem dos modos de vida usuais e o empenha na difícil procura dialética. Mas vamos lá para o Romantismo, século XIX. Vou condensar o assunto em pensamentos dos mais eminentes filósofos e cientistas que trataram desse tema tão encantador.
A palavra amor designa a relação intersexual, quando essa relação é seletiva e eletiva, sendo por isso acompanhada de amizade e de afetos positivos (solicitude, ternura, etc.). Com a palavra amor fica designada uma vasta gama de relações interpessoais, quando se fala do amor do amigo pelo amigo, do pai pelo filho e reciprocamente dos cidadãos entre si, dos cônjuges entre si. Além das relações intersexual e interpessoal, o amor também existe na forma do interesse coletivo, amor a comuni9dade, amora pátria, amor ao partido, etc. O que caracteriza o amor é a solidariedade e a concórdia entre os indivíduos que participam do amor; o desejo de posse não entra no amor, porque a possessividade é uma característica dominante que fica nos limites da paixão, da personalidade de quem ama com “amor” apaixonado, e isso não é bem o amor.
Aristóteles e o Amor
Amor é força unitiva e harmonizadora, e tal força cósmica permeia o amor sexual, a concórdia, a política e a amizade, mas o amor também é necessidade, imperfeição ou deficiência; ao amor unem-se a tensão emotiva e o desejo: ninguém é afetado pelo amor se antes não foi tocado pelo gozo da beleza. Toda paixão (amor ligado ao prazer) termina em amizade, que é a vontade de viver junto.
Platão
Aqui, as características do amor sexual são generalizadas e sublimadas. Amor é falta. Amor é insuficiência. Amor é necessidade. Amor é desejo de adquirir e possuir o que não se possui, é o interesse incorporado à alma, mas que pode se dirigir para a Beleza, a aparência do bem, o desejo do bem, desejo de vencer a morte. O amor é uma entidade que evolui da beleza sensível (delírio erótico) para a Sabedoria, que é a mais alta de todas as belezas, a beleza altíssima, a saber, a filosofia, beleza pura, nobre, e que empenha o homem na difícil busca da dialética. O amor é a beleza que só alcança o seu termo dentro de uma ordem precedida com as noções da verdade e do bem. O amor alcança a felicidade por degraus, passando dos bens inferiores aos bens superiores, seu termo é a revelação da Verdade (o Belo). Ao contemplar o Belo, o homem torna-se caro aos deuses e atinge a imortalidade. O amor platônico, portanto, está definitivamente desvinculado da experiência do cotidiano, da precariedade, provisoriedade e finitude da vida.
SCHOPENHAUER
O amor é a força infinita que rege o mundo, a força soberana de viver, o gênio da espécie. Os homens não trabalha para si mesmos e sim para a perpetuação da espécie, e, conseqüentemente, os homens são os provedores da dor do mundo sem saberem que o são, pois o gênio da espécie os ludibria com essa grande invenção dos românticos, o amor. Se os homens soubessem que trabalham apenas para a manutenção da espécie, assim como a formiga trabalha tão-somente para o sustento da rainha, não se assujeitariam a esta farsa, os homens não se deixariam enganar pelas mulheres, este bicho de idéias curtas e unhas cumpridas, que, quando nova, usa seus encantos para negociar com a fraqueza e a loucura do homem. Não existe amor. O amor é uma invenção do romantismo, o que existe é o interesse dessa força soberana que se impõe aos interesses do homem, e o homem sabe que sofre, mas não sabe por que sofre, o homem é tocado pelo gozo da beleza, e desde então, vive na ânsia desse louco e inexistente amor.
O amor a Deus é impossível porque Deus não é um objeto dos sentidos.
Sto. AGOSTINHO
Amar a Deus significa amar o amor, mas ninguém pode amar o amor, se não se ama quem ama. Não é amor o que não ama ninguém. O homem não pode por isso amar a Deus, que é Amor, se não ama o outro homem. O amor fraterno (intelectual) entre os homens não só deriva de Deus, mas é o próprio Deus, é a revelação de Deus em um de seus aspectos essenciais à consciência dos homens.
FREDERICO SCHLEGEL
A fonte e a alma de todas as emoções é o amor.
JOÃO DUNS ESCOTO
O amor é a conexão e o vínculo de que está ligada a totalidade das coisas em amizade inefável e em indissolúvel unidade.
DESCARTES
O amor é uma emoção da alma produzida pelo movimento dos espíritos vitais que a incita a unir-se voluntariamente aos objetos que lhe parecem convenientes.
VAUVENARGUES
Na amizade, o espírito é o órgão do sentimento, no amor são os sentidos.
KANT
O amor a Deus é impossível porque Deus não é um objeto dos sentidos.
Santo AGOSTINHO
Amar a Deus significa amar o amor, mas ninguém pode amar o amor, se não se ama quem ama. Não é amor o que não ama ninguém. O homem não pode por isso amar a Deus, que é Amor, se não ama o outro homem. O amor fraterno (intelectual) entre os homens não só deriva de Deus, mas é o próprio Deus, é a revelação de Deus em um de seus aspectos essenciais à consciência dos homens.
FREDERICO SCHLEGEL
A fonte e a alma de todas as emoções é o amor.
FREUD
O amor é a especificação e a sublimação de uma força instintiva originária que é a LIBIDO. A libido não é um impulso sexual específico (dirigido para o indivíduo do outro sexo), mas simplesmente a tendência à produção e à reprodução de SENSAÇÕES VOLUPTUOSAS relativas as chamadas zonas erógenas, tendência que se manifesta desde os primeiros instantes da vida humana. O impulso sexual específico seria uma formação tardia e complexa, formação que, por outro lado não é nunca completa, como se demonstra pelas perversões sexuais, tão variadas e numerosas. Essas perversões não são, portanto, desvios de um impulso primitivo normal, mas modos de comportamento que remontam aos primeiros instantes da vida, que se subtraíram a um desenvolvimento normal e se fixaram na forma de uma fase primitiva (fase oral, primeiro ano de vida; fase anal, a partir do segundo ano de vida; fase fálica, dos três anos até os seis, que são estágios psicossexuais do desenvolvimento). Outros estágios são os períodos de latência (dos seis até os nove ou onze anos, quando a criança fica voltada para as atividades acadêmicas, e a fase genital que equivale à puberdade e onde começa a crise de identidade nos jovens). A crise de identidade reflete uma confusão de papéis dado que os conflitos anteriores não foram resolvidos de maneira positiva, a saúde mental é o reflexo da solução positiva dos conflitos nas diversas fases do desenvolvimento. O amor adolescente é uma tentativa de encontrar a identidade, o jovem vê no outro o ideal do eu e tem o outro como o objeto de suas aspirações, o que é muito comum no amor apaixonado, quando a pessoa o indivíduo passa a se amar no outro, o que não é outra coisa do que uma tentativa de aprimoramento das figuras paternas, que , em fases anteriores não proporcionaram CONFIANÇA BÁSICA, AUTONOMIA, INICIATIVA e DILIGÊNCIA, ou seja, os pais não deram amor e segurança o suficiente para a formação de um ego saudável, o resultado é o desajustamento de conduta.
Fonte bibliográfica: Manual de filosofia, verbete Amor.
http://www.caestamosnos.org/edicoesespeciais/O_Amor.html
A palavra amor designa a relação intersexual, quando essa relação é seletiva e eletiva, sendo por isso acompanhada de amizade e de afetos positivos (solicitude, ternura, etc.). Com a palavra amor fica designada uma vasta gama de relações interpessoais, quando se fala do amor do amigo pelo amigo, do pai pelo filho e reciprocamente dos cidadãos entre si, dos cônjuges entre si. Além das relações intersexual e interpessoal, o amor também existe na forma do interesse coletivo, amor a comuni9dade, amora pátria, amor ao partido, etc. O que caracteriza o amor é a solidariedade e a concórdia entre os indivíduos que participam do amor; o desejo de posse não entra no amor, porque a possessividade é uma característica dominante que fica nos limites da paixão, da personalidade de quem ama com “amor” apaixonado, e isso não é bem o amor.
Aristóteles e o Amor
Amor é força unitiva e harmonizadora, e tal força cósmica permeia o amor sexual, a concórdia, a política e a amizade, mas o amor também é necessidade, imperfeição ou deficiência; ao amor unem-se a tensão emotiva e o desejo: ninguém é afetado pelo amor se antes não foi tocado pelo gozo da beleza. Toda paixão (amor ligado ao prazer) termina em amizade, que é a vontade de viver junto.
Platão
Aqui, as características do amor sexual são generalizadas e sublimadas. Amor é falta. Amor é insuficiência. Amor é necessidade. Amor é desejo de adquirir e possuir o que não se possui, é o interesse incorporado à alma, mas que pode se dirigir para a Beleza, a aparência do bem, o desejo do bem, desejo de vencer a morte. O amor é uma entidade que evolui da beleza sensível (delírio erótico) para a Sabedoria, que é a mais alta de todas as belezas, a beleza altíssima, a saber, a filosofia, beleza pura, nobre, e que empenha o homem na difícil busca da dialética. O amor é a beleza que só alcança o seu termo dentro de uma ordem precedida com as noções da verdade e do bem. O amor alcança a felicidade por degraus, passando dos bens inferiores aos bens superiores, seu termo é a revelação da Verdade (o Belo). Ao contemplar o Belo, o homem torna-se caro aos deuses e atinge a imortalidade. O amor platônico, portanto, está definitivamente desvinculado da experiência do cotidiano, da precariedade, provisoriedade e finitude da vida.
SCHOPENHAUER
O amor é a força infinita que rege o mundo, a força soberana de viver, o gênio da espécie. Os homens não trabalha para si mesmos e sim para a perpetuação da espécie, e, conseqüentemente, os homens são os provedores da dor do mundo sem saberem que o são, pois o gênio da espécie os ludibria com essa grande invenção dos românticos, o amor. Se os homens soubessem que trabalham apenas para a manutenção da espécie, assim como a formiga trabalha tão-somente para o sustento da rainha, não se assujeitariam a esta farsa, os homens não se deixariam enganar pelas mulheres, este bicho de idéias curtas e unhas cumpridas, que, quando nova, usa seus encantos para negociar com a fraqueza e a loucura do homem. Não existe amor. O amor é uma invenção do romantismo, o que existe é o interesse dessa força soberana que se impõe aos interesses do homem, e o homem sabe que sofre, mas não sabe por que sofre, o homem é tocado pelo gozo da beleza, e desde então, vive na ânsia desse louco e inexistente amor.
O amor a Deus é impossível porque Deus não é um objeto dos sentidos.
Sto. AGOSTINHO
Amar a Deus significa amar o amor, mas ninguém pode amar o amor, se não se ama quem ama. Não é amor o que não ama ninguém. O homem não pode por isso amar a Deus, que é Amor, se não ama o outro homem. O amor fraterno (intelectual) entre os homens não só deriva de Deus, mas é o próprio Deus, é a revelação de Deus em um de seus aspectos essenciais à consciência dos homens.
FREDERICO SCHLEGEL
A fonte e a alma de todas as emoções é o amor.
JOÃO DUNS ESCOTO
O amor é a conexão e o vínculo de que está ligada a totalidade das coisas em amizade inefável e em indissolúvel unidade.
DESCARTES
O amor é uma emoção da alma produzida pelo movimento dos espíritos vitais que a incita a unir-se voluntariamente aos objetos que lhe parecem convenientes.
VAUVENARGUES
Na amizade, o espírito é o órgão do sentimento, no amor são os sentidos.
KANT
O amor a Deus é impossível porque Deus não é um objeto dos sentidos.
Santo AGOSTINHO
Amar a Deus significa amar o amor, mas ninguém pode amar o amor, se não se ama quem ama. Não é amor o que não ama ninguém. O homem não pode por isso amar a Deus, que é Amor, se não ama o outro homem. O amor fraterno (intelectual) entre os homens não só deriva de Deus, mas é o próprio Deus, é a revelação de Deus em um de seus aspectos essenciais à consciência dos homens.
FREDERICO SCHLEGEL
A fonte e a alma de todas as emoções é o amor.
FREUD
O amor é a especificação e a sublimação de uma força instintiva originária que é a LIBIDO. A libido não é um impulso sexual específico (dirigido para o indivíduo do outro sexo), mas simplesmente a tendência à produção e à reprodução de SENSAÇÕES VOLUPTUOSAS relativas as chamadas zonas erógenas, tendência que se manifesta desde os primeiros instantes da vida humana. O impulso sexual específico seria uma formação tardia e complexa, formação que, por outro lado não é nunca completa, como se demonstra pelas perversões sexuais, tão variadas e numerosas. Essas perversões não são, portanto, desvios de um impulso primitivo normal, mas modos de comportamento que remontam aos primeiros instantes da vida, que se subtraíram a um desenvolvimento normal e se fixaram na forma de uma fase primitiva (fase oral, primeiro ano de vida; fase anal, a partir do segundo ano de vida; fase fálica, dos três anos até os seis, que são estágios psicossexuais do desenvolvimento). Outros estágios são os períodos de latência (dos seis até os nove ou onze anos, quando a criança fica voltada para as atividades acadêmicas, e a fase genital que equivale à puberdade e onde começa a crise de identidade nos jovens). A crise de identidade reflete uma confusão de papéis dado que os conflitos anteriores não foram resolvidos de maneira positiva, a saúde mental é o reflexo da solução positiva dos conflitos nas diversas fases do desenvolvimento. O amor adolescente é uma tentativa de encontrar a identidade, o jovem vê no outro o ideal do eu e tem o outro como o objeto de suas aspirações, o que é muito comum no amor apaixonado, quando a pessoa o indivíduo passa a se amar no outro, o que não é outra coisa do que uma tentativa de aprimoramento das figuras paternas, que , em fases anteriores não proporcionaram CONFIANÇA BÁSICA, AUTONOMIA, INICIATIVA e DILIGÊNCIA, ou seja, os pais não deram amor e segurança o suficiente para a formação de um ego saudável, o resultado é o desajustamento de conduta.
Fonte bibliográfica: Manual de filosofia, verbete Amor.
http://www.caestamosnos.org/edicoesespeciais/O_Amor.html
20 maio 2011
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